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Extrabom Social

Um pãozinho que faz a diferença

12 de dezembro de 2019

O projeto ´Dia do Pãozinho Solidário´ nasceu há mais de 10 anos. A campanha é realizada sempre no mês de novembro e, por ser revestida de cunho social, destina o valor obtido com a venda do pão francês a diversas famílias atendidas pela Apae no Estado.

Esse ano, o Dia do Pãozinho Solidário aconteceu no dia 21 de novembro e destinou a quantia de R$ 39.783,11 à instituição. Segundo o gerente de marketing do Extrabom, Yuri Fernandes Aguiar Correa, o Dia do Pãozinho Solidário´ nasceu do desejo da empresa de fazer a diferença, causando impacto positivo nas regiões onde a rede atua. “Está no nosso DNA capixaba buscar ações e tomar atitudes que contribuam para o desenvolvimento socioambiental, tanto que declaramos isso como um dos nossos valores”, diz Yuri.

 A campanha que teve início em 1998, é realizada anualmente, no mês de novembro. O sucesso da iniciativa é tão grande que a campanha já foi até exportada, sendo realizada por outros supermercados no Brasil.

 “Cada vez mais as pessoas buscam por maneiras de ajudar. Vem daí a grande aderência da campanha. Além de levantar uma causa muito especial, levando ao conhecimento do público o trabalho da Apae, conseguimos destinar recursos financeiros que contribuem para a instituição se manter”, reforça Yuri.

Yuri diz que o ´Dia do Pãozinho Solidário´ é um verdadeiro orgulho para todos os colaboradores e fornecedores envolvidos no projeto. “Não conseguiremos transformar o mundo, mas contribuímos para mudar a realidade das pessoas que ajudamos. É isso que nos move”.

O cheque da arrecadação foi entregue no dia 11 de dezembro, dia em que a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) comemora 65 anos de atuação no Brasil em defesa dos direitos e apoio as pessoas com deficiência intelectual e múltipla, uma ótima oportunidade de se comemorar.

Sobre a APAE

O movimento da Apae teve início na cidade do Rio de Janeiro quando os pais e comunidade sentiu a grande necessidade de prestar devidas assistências às pessoas com Deficiência Intelectual ou Deficiência Múltipla.

Essa mobilização social começou a prestar serviços de educação, saúde e assistência social a quem deles necessitassem, em locais que foram denominados como Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), constituindo uma rede de promoção e defesa de direitos das pessoas com deficiência intelectual e múltipla, com 23.694.703 de atendimentos no ano de 2018, nas áreas de prevenção e saúde, educação, assistência social e inclusão no mercado de trabalho. Hoje, a rede apaeana conta com mais de 700 mil assistidos, organizadas em mais de 2.200 unidades presentes em todo o território nacional.

Toda essa mobilização em torno da pessoa com deficiência, impulsionada pela Declaração dos Direitos Humanos, culminou na criação das Apaes, que, com a expansão desta iniciativa Brasil afora.

Em nosso estado a Federação deu início em 1992 e hoje as Apaes do Espírito Santo oferecem serviços de qualidade à população dos 40 municípios em que estão presentes. Ao todo, as unidades atendem mais de 7500 pessoas com deficiência intelectual e múltipla, empregando, direta e indiretamente, mais de 2500 profissionais altamente qualificados. Esse sucesso vem de duas frentes de trabalho que funcionam em constante parceria: as 42 instituições (40 Apaes, Amaes e Vitória Down) dos vários municípios e a Federação das Apaes do Espírito Santo – APAE-ES.

Para incentiva-lo, acesse o site clicando aqui para visitar a página oficial da Federação e se informar para ajudar as APAEs do estado do Espírito Santo. É massa ajudar!

Fonte: https://apaebrasil.org.br/